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Resolução Entregue no Ministério das Finanças Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 08 Fevereiro 2010 18:47

20100205-fc-01-pqEm 5 de Fevereiro, cerca de 50 mil trabalhadores da Administração Pública desfilaram em Lisboa contra as políticas do governo PS/Sócrates. No final da manifestação aprovou-se a resolução abaixo transcrita e que foi entregue no Ministério das Finanças:

 

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Campiférias 2010 Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 08 Fevereiro 2010 10:59

tendasInformamos todos os associados do STML que estejam interessados em fazer campismo que se encontram abertas até ao dia 30 de Abril as inscrições para o Parque de Campismo da Campiférias, em Vila Nova de Milfontes, ao abrigo do Protocolo para Sócios de 2010. As condições de utilização do Parque de Campismo e a tabela de preços para associados encontram-se discriminadas abaixo.

 

 

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Milhares de Trabalhadores na Jornada de 5 de Fevereiro Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 07 Fevereiro 2010 22:45
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Cerca de 50 mil pessoas estiveram presentes na Jornada de Luta Nacional convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública.

A contestação e a indignação face às intenções deste governo em continuar as mesmas políticas (que levaram em Setembro de 2009 à perca da maioria absoluta do PS) levou à rua milhares de trabalhadores do Estado provenientes de todo o País.

Aumentos salariais justos, a defesa de direitos conquistados foram algumas das palavras de ordem mais ouvidas nesta grande manifestação nacional!

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Jornada Nacional de 5 de Fevereiro de 2010 Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 02 Fevereiro 2010 19:42

jornada20100205_extractoOs últimos 4 anos transformaram-se no período da maior e mais grave ofensiva contra os direitos dos trabalhadores da Administração Pública. A legislação criada pelo governo PS - Sócrates, ao abrigo de uma pseudo “reforma da Administração Pública”, destruiu o nosso vínculo, perspectivas de progressão na carreira além de ter criado sérias limitações à respectiva evolução salarial.

Implementaram o SIADAP que não é mais que um instrumento economicista que visa, à custa dos trabalhadores, poupar dinheiro ao Estado. Sempre à custa dos trabalhadores mas sempre disponíveis para injectar milhares de milhões de euros na banca. Não admira que os bancos tenham apresentado em 2009 lucros de 5 milhões por dia!! Não admira que os senhores banqueiros ganhem vencimentos e prémios de milhares de euros. Definitivamente, quando se fala de crise, não é para eles!

Mais uma vez e à conta da crise e/ou do défice, este governo lança o discurso dos “sacrifícios” ou do “apertar do cinto”, mas só para os trabalhadores e principalmente, da administração pública.

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STML reúne com Vereador da DMAU Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 06 Fevereiro 2010 20:10

recolha_contentor_amareloA Direcção do STML reuniu com o Vereador Sá Fernandes, responsável dos pelouros da Limpeza Urbana, Espaços Verdes, Gestão Cemiterial e Iluminação Pública para abordar questões relacionadas com a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho nestes sectores.

Nesta reunião o STML apresentou um conjunto de situações que, na nossa opinião, é absolutamente urgente uma resposta da CML.

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Comunicado da Frente Comum Sobre Orçamento de Estado de 2010 Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 27 Janeiro 2010 20:12

ULTRAJE!

 

logo_frente_comumA resposta do Governo PS, resultante da apresentação do Orçamento de Estado (OE), à Proposta Reivindicativa Comum da Frente Comum para 2010, é um ultraje aos trabalhadores da Administração Pública.

  1. O congelamento dos salários, suplementos e subsídios, de que resulta a diminuição dos salários reais, quando a dinamização do mercado interno é fundamental para o desenvolvimento da economia nacional e quando, desde 2000, os trabalhadores da Administração Pública perderam, em média, 6% das suas remunerações é, só por si, uma provocação aos trabalhadores e uma obediência sem vergonha às ordens do capital e do grande patronato português.

    Mas o governo do PS – agora em minoria na Assembleia da República, mas com o apoio da restante direita parlamentar (PSD e CDS/PP), que já não pode fingir que está contra aquilo que deseja – não se fica por aqui…

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