MANIF 14 MAR – 15H I LISBOA – Cidade Universitária (Cantina velha)

Num momento em que se intensificam as ameaças, as ingerências e as agressões contra povos soberanos, é imperioso afirmar, com clareza e determinação, que a Paz é uma condição essencial para a defesa dos direitos dos trabalhadores e para o progresso social. O apelo lançado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação convoca-nos a uma responsabilidade acrescida. A escalada armamentista, o aumento exponencial das despesas militares e o aprofundamento da confrontação internacional não servem os trabalhadores nem os povos — desviam recursos indispensáveis à melhoria dos salários, das pensões, dos serviços públicos, da habitação, da saúde e da educação.

O Movimento Sindical Unitário, pela sua história de luta e intervenção cívica, tem um papel determinante na mobilização para a Manifestação «Paz, Soberania e Solidariedade! Fim às ameaças e às agressões dos EUA!», organizada pela CGTP-IN, CPPC, MPPM e Projeto Ruído, no próximo dia 14 de Março, às 15h, em Lisboa, com saída da Av.ª Professor Gama Pinto, junto ao metro da Cidade Universitária e deslocação para a Pç. Marechal Humberto Delgado, em Sete Rios.

Defender a Paz é defender:

  • O direito dos povos à autodeterminação e à soberania;
  • O fim da corrida aos armamentos e o desarmamento geral, simultâneo e controlado;
  •  A primazia do diálogo e da solução política dos conflitos;
  •  O respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional;
  •  A canalização dos recursos públicos para o desenvolvimento social e não para a guerra.
Num contexto em que conflitos se agravam em várias regiões do mundo e em que cresce o risco de uma confrontação de proporções dramáticas, a mobilização dos trabalhadores é decisiva. Não podemos aceitar como inevitável aquilo que é fruto de opções políticas concretas. A história do sindicalismo português demonstra que a luta pela Paz caminha lado a lado com a luta pelos direitos laborais, pela justiça social e pela dignidade humana. A participação nesta manifestação será um sinal claro de que os trabalhadores não se resignam à lógica da guerra, do militarismo e da submissão aos interesses das grandes potências.

Queremos a Paz!
Não aceitamos a inevitabilidade da guerra!

Partilha este artigo nas tuas redes

ARTIGOS RELACIONADOS

Aos Sapadores Bombeiros
Aos Trabalhadores da Freguesia do Beato