STML - Desde 1977 a lutar pelos trabalhadores
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Trabalhadores da Freguesia de Santa Clara em luta! Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 24 Junho 2022 11:14

Entrega Caderno Reivindicativo JF Santa ClaraOs trabalhadores da freguesia de Santa Clara concentraram-se a 24 de junho à porta da sede da Junta de Freguesia. O objetivo desta iniciativa passou por entregar à Presidente do Executivo o Caderno Reivindicativo, que pode ser consultado aqui, onde constam um conjunto de problemas aos quais urge dar resposta.

Destacamos a urgência da regularização dos trabalhadores a recibos-verdes com a sua integração no mapa de pessoal da Junta de Freguesia. Relembramos que a um posto de trabalho de caráter permanente, deve corresponder um vínculo de trabalho efectivo.

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Pela Paz! Contra a guerra! Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 20 Junho 2022 08:47

Manif. pela paz - 25 de Junho25 de Junho - 15h00 no Marquês de Pombal

 

Em conjunto com inúmeras organizações, a CGTP-IN, e em particular o STML, subscreveram o apelo, proposto por 15 personalidades, com o título “Paz Sim! Guerra e corrida aos armamentos não” e participaremos no desfile marcado para o dia 25 de Junho, com concentração às 15h00 no Marquês de Pombal.

Face à situação atual, em que se assiste ao agravar de vários conflitos por todo o mundo, é urgente reafirmarmos a exigência do respeito pelos princípios do Direito Internacional, inscritos na Carta das Nações Unidas. Também o respeito pelos princípios constantes na ata final da Conferência de Helsínquia.

Só estes princípios garantem a paz, a segurança, a cooperação entre os povos e a justiça. Não é com a inclusão de mais despesa em armamentos ou com o aumento de contribuições para a NATO, nos orçamentos de cada país, que se atingirá a paz.

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7 de Julho – Jornada de Luta Nacional Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 15 Junho 2022 08:54

7julhoConcentração às 15h00 no Marquês de Pombal

Pré-aviso de greve das 12h00 às 21h00. Todos à manifestação! Que ninguém fique em casa!

 

Temos um Governo que prefere ignorar as condições de vida dos trabalhadores portugueses, em particular os da administração pública. Ignora a taxa de inflação e o aumento do preço dos bens essenciais. E de tudo o resto. Principalmente ignora as consequências que estes aumentos têm na vida de quem trabalha, aqueles que auferem salários baixos ou muito baixos, os mesmos que há mais de uma década não têm os seus rendimentos valorizados.

Entre janeiro de 2021 e janeiro de 2022, os trabalhadores da administração pública viram o seu poder de compra diminuir, em média, 6,5% (?!). Por carreiras, verificam-se reduções na ordem dos:

Assistente operacional

- 6,8%

Assistente técnico

- 7,8%

Técnico superior

- 7,6%

 

Se até janeiro a realidade já era per si bastante negativa, chegados ao fim do primeiro semestre deste ano, as dificuldades aumentaram logicamente, enquadradas e justificadas pelo deflagrar da guerra a leste da Europa. Em termos mais latos no tempo, os trabalhadores da administração pública perdem poder de compra há mais de uma década, sem qualquer arrependimento, quer por parte dos governos PSD/CDS, quer pelos últimos governos PS. Muito pelo contrário, foram de facto muito ágeis em não conceder respostas aos problemas sentidos, primeiro pelos trabalhadores, depois pelos serviços públicos junto das suas respetivas populações.

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EGEAC: A Administração opta por ignorar os trabalhadores! Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 06 Junho 2022 10:26

EGEACFace ao enorme aumento de custo de vida, os salários mantêm-se estagnados.

 

Durante o último mês de março, o STML realizou plenários em todos os locais de trabalho da EGEAC, propositando debater com os trabalhadores a proposta a apresentar ao Conselho de Administração (CA) para os aumentos salariais deste ano. A proposta de aumento na ordem dos 90€ para todos os trabalhadores, foi aceite de forma quase absoluta.

A 6 de abril, o Sindicato endereçou ao CA um pedido de reunião para apresentar a proposta de aumento salarial para 2022. Contudo, até à data, nenhuma resposta foi concedida, frustrando as legítimas expetativas dos trabalhadores da empresa.


Durante os dois últimos anos, em contexto de pandemia, foram os trabalhadores que nunca deixaram de zelar pelo bom funcionamento da empresa. Foram, porém, ignorados quando se tratou de os valorizar nos seus salários e rendimentos.

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